“Johann Jakob Jenny, amigo de infância de Schuon de Basileia, lembra-se de duas viagens que fez para Mulhouse, em 1922 e 1923, para visitá-lo.
‘Mesmo sendo um jovem de apenas 15 anos, ele estava lendo muita filosofia, e ele falava do que lia. Aos 15 anos de idade, quando o visitei em Mulhouse, seu senso religioso era claramente muito elevado. E ao visitá-lo quando ele tinha 16 anos fiquei impressionado com o poder de sua mente e de seu espírito. (…) Mas ele não tentaria me influenciar quando eu ainda estava indo à igreja — eu estava recebendo a confirmação. Ele me disse: “Não quero influenciá-lo. Gostaria que você vivesse em paz.” É claro que eu sabia que o caminho dele não era o caminho da Igreja. Ele já estava voltado para a filosofia e a ciência oriental’.”
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