Estamos em fase final de preparação do livro Resumo de Metafísica Integral, de Frithjof Schuon.
Um dos ensaios do livro, “A Impostura do Psicologismo”, está disponível aqui no website. Ele começa assim:
“Entendemos pelo termo “psicologismo” a parcialidade de reduzir tudo a fatores psicológicos e pôr em questão não somente o que é intelectual ou espiritual – o primeiro termo referindo-se à verdade e o segundo à vida na verdade e por ela –, mas também o espírito humano enquanto tal, portanto sua capacidade de adequação e, evidentemente, sua ilimitação interna ou sua transcendência. Essa tendência redutora e propriamente subversiva grassa em todos os domínios que o cientismo pretende abraçar, mas sua expressão mais aguda é, sem contestação possível, a psicanálise; esta é ao mesmo tempo uma resultante e uma causa, como é sempre o caso nas ideologias profanas, tais como o materialismo e o evolucionismo, de que no fundo ela é uma ramificação lógica e fatal e um aliado natural.
“A psicanálise merece duplamente a qualificação de impostura: em primeiro lugar, porque posa de descobridora de fatos que sempre foram conhecidos e não podiam não o ser e, em segundo lugar — e acima de tudo —, porque se atribui funções de fato espirituais e pretende fazer, na prática, o papel de religião.”
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