por Frithjof Schuon
O homem se caracteriza, em primeiro lugar, por uma inteligência central ou total, não
periférica ou parcial somente; em segundo lugar, por uma vontade livre, não instintiva
somente; e, em terceiro lugar, por um caráter capaz de compaixão e de generosidade, não de
reflexos egoístas somente.
Quanto ao animal, ele não pode conhecer aquilo que ultrapassa os sentidos, embora ele
possa ser sensível ao sagrado; ele não pode escolher contrariamente a seu instinto, embora
ele possa fazer instintivamente um sacrifício; ele não pode se superar, embora uma espécie
animal possa manifestar nobreza.
Do homem, pode-se dizer também que ele é essencialmente capaz de conhecer o
Verdadeiro, seja absoluto ou relativo; de querer o Bem, seja essencial ou secundário; de
amar o Belo, seja interior ou exterior. Em outros termos, o ser humano é substancialmente
capaz de conhecer, de querer, de amar o Sumo Bem. (…)
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